Como preparar Chás Medicinais

Infusão

infusão

     É a maneira correta de preparar chás, usando flores, sumidades e talos, que são as partes delicadas das plantas. Por este método se extrai grande quantidade de princípios ativos das plantas, conservando a maioria das suas propriedades químicas.

Maneira de fazer o chá por infusão:
    1) Coloque a parte da planta desejada (folhas, flores, sumidades ou talos) em uma vasilha, de preferência de vidro, porcelana ou ágata.
    2) Ferver a quantidade de água recomendada. Não esqueça que uma parte evapora. Despejar a água sobre a planta com cuidado, deixar de repouso de 10 a 15 minutos, sempre bem tampado.  Filtrar (pode utilizar peneira ou um funil com algodão, no qual as impurezas ficarão retidas). Tomar durante o dia.
    3) Os elementos se alteram depois de 10 horas após a infusão. Portanto, nunca deixe de um dia para o outro e procure fazer apenas nas doses necessárias.

Decocção ou Decocto

decocção

    No preparo do chá por decocção, são utilizadas as partes duras das plantas como cascas, rizomas, raízes e sementes. É necessário ferver para liberar seus princípios ativos e, dependendo do tempo da fervura, muito desses nutrientes são perdidos.

   Maneira de fazer o chá por decocção:
    1) Colocar a erva num recipiente com água fria e, depois da ebulição, ferver de 15 a 20 minutos, dependendo da dureza da planta e da parte de que será feito o chá.
   2) Deixar em repouso por 10 minutos. Coar ou filtrar e depois ingerir.
   3) A decocção é diferente da infusão, pois o chá pode ser guardado na geladeira. Não convém passar de dois dias.

Maceração

maceração

    Este método consiste em, após a trituração, emergir a planta em líquido  durante um período de 12 a 24 horas, para o líquido adquirir as propriedades da planta. Pode-se auxiliar no processo friccionando a planta.  A maceração é indicada nas plantas cujos princípios ativos sejam facilmente destruídos pelo calor ou sejam muito ricas em taninos (substâncias de sabor muito amargo que não passam facilmente para a água).Pode-se  utilizar as partes moles ou duras das plantas ou ervas.
    Na maceração de plantas moles (folhas, flores e caules tenros) recomenda-se 12 horas de repouso; Quando se trata de partes duras (sementes, raízes e cascas) deverá estar mais tempo mas não ultrapassando as 24 horas.

    Maneira de fazer o chá por Maceração:
   1) Coloque a planta com a porção de água necessária à temperatura ambiente, num recipiente que não deixe passar a luz.
   2) Deixe-a repousar num lugar fresco e ao abrigo do Sol e vá remexendo de vez em quando. Se a maceração for feita utilizando água, não deve ficar muito tempo para não começar a fermentar nem dar origem ao aparecimento de bolores.
   3) Filtre com o coador e se quiser pode aquecer suavemente antes de tomar. Quando o líquido uitilizado for álcool  ou azeite o que restar pode ser conservado em frigorífico.

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Referência:

http://caminhomagico.net/index.php/pt/herbalismo/19-como-utilizar-plantas-medicinais-os-chas-infusoes-maceracoes-e-decoccoes

Medidas Usadas para Chás

Volume

Folhas

Raízes, Rizomas

Flores Secas ou Cascas Secas

Uma Colher de Café

5 ml

1g

3g

Uma Colher de Sobremesa

10 ml

2g

5g

Uma Colher de Sopa

15 ml

4g

10g

Uma Pitada

2 ml

4g

10g

Um Punhado

20 ml

50g

120g

Doses para Adultos
   Uma chávena (ou xícara) corresponde a cerca de 150 ml.
   A quantidade aproximada de plantas usadas numa infusão  é de 30g por litro de água;
   No caso de folhas secas a quantidade é de 10g para um litro de água.
   Quantidade de plantas usadas numa decocção – 30 a 50g por litro de água.

Doses Infantis
   Crianças de até 2 anos – 1/4 a 1/8 da dose adulta.
   Crianças de 2 a 6 anos – 1/3 da dose adulta
   Crianças de 6 a 12 anos – a metade da dose adulta.

   Os chás no seu estado natural, sem adoçar, são sempre preferíveis. Porém se decidir adoçar é aconselhável à preferência de mel a açúcar. Caso não haja mel, recomenda-se o açúcar mascavado, melaço de cana ou açúcar escuro ao invés do açúcar branco;
   Chás a serem tomados como aperitivos antes das refeições nunca devem ser adoçados;
   Chás preparados para diabéticos devem ser sempre sem açúcar ou mel;
   Chás preparados para a expulsão de vermes nas crianças devem ser sem açúcar ou mel;

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Refêrencias:

Franco, Lelington Lobo

100 chás e seus benefícios medicinais /

Lelington Lobo Franco. – São Paulo: Elevação, 2008.

Formas de Utilização de plantas medicinais

   As partes utilizadas das plantas são as raízes, as cascas, as folhas, os frutos, os ramos, as sementes e as flores, podendo ser frescas ou secas.
   Banho– faz-se uma infusão ou decocção (veja a seguir) mais concentrada que dever ser coada e misturada na água do banho. Outra maneira indicada é colocar as ervas em um saco de pano firme e deixar boiando na água do banho. Os banhos podem ser parciais ou de corpo inteiro, e são normalmente indicados 1 vez por dia.
   Cataplasma – são obtidas por diversas formas:
   • Amassar as ervas frescas e bem limpas, aplicar diretamente sobre a parte afetada ou envolvidas em pano fino ou gaze.
   • As ervas secas podem ser reduzidas a pó, misturadas em água, chás ou outras preparações aplicadas envoltas em pano fino sobre as partes afetadas.
   • Pode-se ainda utilizar farinha de mandioca ou fubá de milho e água, geralmente quente, com a planta fresca ou seca triturada.
   Compressa – é uma preparação de uso local (tópico) que atua pela penetração dos princípios ativos através da pele.
   Gargarejo – chá preparado por decocção ou infusão, usado para combater afecções da garganta, amigdalite e mau hálito.
   Inalação – chá forte de ervas aromáticas que utiliza a combinação do vapor de água quente com aroma das substâncias voláteis das plantas aromáticas, é normalmente recomendada para problemas do aparelho respiratório.
   Lavagem – os chás podem ser utilizados em distúrbios digestivos, lavagens intestinais e ginecológicas.
   Óleos – são feitos na impossibilidade de fazer pomadas ou compressas. As ervas secas ou frescas são colocadas em um frasco transparente com óleo de oliva, girassol ou milho.
   Pós – a planta é seca suficiente para permitir sua trituração com as mãos, peneirar em frasco bem fechado. As cascas e raízes devem ser moídas até se transformarem em pó.
   Saladas – Podem ser consumidas frescas ou com outros alimentos. Lavar bem as ervas em água corrente antes de consumi-las.
   Suco ou sumo – obtém-se o suco espremendo-se o fruto ou as folhas da erva e o sumo ao triturar uma planta medicinal fresca num pilão ou em liquidificadores e centrífugas.
   Tintura-maneira mais simples de conservar por longo período os princípios ativos de muitas plantas medicinais, através da maceração das plantas a frio, em álcool de cereais a 60º ou a 70º C.
   Tisana – Prepara-se este tipo de chá colocando-se água numa panela e, quando estiver fervendo, acrescenta-se a planta.
   Unguento e pomada – De uso externo a pomada pode ser preparada com o sumo da erva ou chá mais concentrado misturado com mistura de erva com substância gordurosa (banha animal, gordura de coco ou vaselina na forma líquida).
   Vinho medicinal – vinho no qual é adicionado ervas frescas.
   Xarope – Calda com açúcar a qual se adicionam as plantas, de preferência frescas e picadas, em fogo baixo. Coar e guardar em frasco de vidro. O xarope também pode ser preparos com tinturas. Se preferir, substitua o açúcar pelo mel. Não se deve colocar no chá aquecido. Não é aconselhável o uso do mel para crianças menores de 2 anos de idade. Deve ser guardado por no máximo 15 dias na geladeira e descartado quando apresentar sinais de fermentação (bolhas).

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Referências:

www.cpafro.embrapa.br

Radiestesia

 instrumentos radiestesia

       Radiestesia é a ciência que detecta e mede energias sutis através dos instrumentos radiestésicos.(1) Tais instrumentos funcionam como amplificadores e a partir de certos movimentos fornece m respostas claras e objetivas a questões de qualquer natureza.(2)

     A radiestesia possui diversas aplicações.  Atualmente divide-se em quatro ramos: ambiental, clínica, hidromineral e tele-psicometria.

      A em países como França, Alemanha, Estados Unidos dentre outros é considerada uma profissão com todas as implicações inerentes à vida profissional. Logo, radiestesia não tem conotação mística e nem é de exclusividade de uns poucos iluminados.

      Em radiestesia clínica o terapeuta, utiliza gráficos radiestésicos, na busca de um diagnóstico exato das reais necessidades de uma pessoa , fazendo uma completa varredura em seus campos energéticos, equilibrando suas energias físicas, mentais e sutis, curando doenças existentes e prevenindo o aparecimento de futuros distúrbios.(1)

Referências:

(1) http://farolterapeutico.com.br/terapia_radiestesia.htm

Cura Prânica – Introdução

      A cura prânica é uma antiga ciência e arte de cura, que utiliza o prana , ou ki, ou energia vital, para curar todo o corpo físico. Também envolve a manipulação do ki ou matéria bioplasmática do corpo do paciente. Tem sido também invariavelmente chamada de cura psíquica, cura magnética, cura pela fé, cura pelo ki, cura vital e cura através das mãos.

 SUA UTILIZAÇÃO

      A cura prânica envolve a transferência de energia vital (ki ou prana) para a pessoa que necessita de cura. Tal transferência ocorre ao nível do corpo bioplasmático e suas auras (interna e externa) onde ao realizar uma mudança esta se reflete no corpo físico devido a sua ligação próxima.  Mas a cura prânica não se utiliza apenas das mãos para o ato da cura, são utilizado também cristais.Um cristal é um condensador de energia sutil. Isto significa que ele pode absorver armazenar, projetar e focalizar energias sutis. Pode ter sua energia direcionada a um propósito bem com ativar chakras.

SUA INDICAÇÃO

  • Pode ajudar os pais a baixar a febre alta de seus filhos em apenas algumas horas e a curá-la, na maioria dos casos, em um ou dois dias.
  • Pode aliviar imediatamente dores de cabeça, dores causadas por gases, dores de dentes e dores musculares, na maioria dos casos.
  • Tosse e resfriado geralmente são curados em um ou dois dias.
  • Movimento intestinal lento, na maioria dos casos, é curado em poucas horas.
  • Doenças mais sérias tais como problemas oculares, hepáticos, renais e cardíacos, podem ser aliviadas em poucas sessões e, em muitos Casos, curados em poucos meses.

Eleva a taxa de cura em três vezes ou mais em relação àquela normal.

Referências:

http://globalpranichealing.com/

Harmonização Quântica Ciclíca

   A Harmonização Quântica Ciclíca tambem chamada de  Terapia de Vidas Passadas (TVP) é uma abordagem terapêutica que tem como foco fundamental a realidade do renascimento sucessivo, ou teoria da reencarnação.
O tratamento é baseado em dois pilares a catarse (descarga de energias emocionais e psiquicas não elaboradas e não digeridas do passado recente ou remoto) e o insight (uma compreensão súbita e inefável de uma grande verdade sobre nós mesmos, uma percepção panorâmica de nossa condição, algo que muda radicalmente nossa visão de perspectiva).

Sua Utilização

   Através de técnicas semelhantes á hipnose regressiva, tem como meta regressar no tempo até os primeiros períodos da vida atual – como infância, nascimento e vida intrauterina; estados que transcendem a perspectiva de sua personalidade atual.
A TVP trabalha com o pressuposto de que muitas experiências orignárias de encarnações passadas podem ter criado marcas profundas em nosso psiquismo. Essas marcas podem ter sua gênese em momentos determinados durante a vida ou  no momento da morte.
Considerada por muitos como uma modalidade expandida da Teoria de Regressão, vai um pouco além disso, pois trata das personalidades do nosso passado encarnatório, trata de nossos complexos ou subpersonalidades (parte dissociadas do eu atual) .
A TVP tem por objetivo não somente conhecer intelectualmente nosso passado além da vida atual, durante a regressão entramos num processo mais profundo que nos permite atravessar novamente uma situação, revivenciar, reatualizar os eventos passados e senti-los com grande intensidade, sem no entanto perder a referência de nossa mente objetiva atual e nos mantendo conscientes durante todo o processo. Diz-se que a intensidade da experiência (fisisca, emocional ou psiquica) é proprocional ao efeito terapêutico. Essa revivência é uma retomada do drama inicial reproduzido pelo nosso psiquismo.
A TVP pode tratar de diversas fases de nossa vida ou vidas passas. ( Fase adulta, a adolescência, a infância, o nascimento, a fase intrauterina, o espaço entrevidas, as vidas passadas, a morte na vida passada.
Mesmo quando encontramos uma aparente causa de queixa do paciente em algum evento atual, como, por exemplo a infância, ainda existe a chance de esse acontecimento ter uma origem ainda anterior á infância desta vida.

Sua Indicação

Tem como motivos mais comuns para sua procura:
* Medos e Fobias;
* Problemas de relacionamento;
* Sintomas físicos sem explicação médica ou que não respondem a nenhum tratamento medicamentoso;
* Problemas Sexuais;
* Vícios;
* Obesidades e transtornos alimentares;

Referência:

Tratado de vidas passadas

Coleta, secagem e compra de ervas medicinais

                                                                Coleta

    A colheita é a retirada de partes de plantas medicinais cultivadas para fins medicinais. Tanto na coleta quanto na colheita, deve-se certificar de identificação botânica correta, parte da planta a ser utilizada, bem como época e horário mais indicados para colher ou coletar. A colheita deve ser realizada com o tempo seco, a melhor hora é na parte da manhã, de preferência após secar o orvalho, ou no final da tarde. Não se recomenda a realização da colheita após um período longo de chuva

Parte da Planta

Momento da colheita
Toda planta Na floração
Sementes Antes de cair espontaneamente
Folhas e Talos (caules) Antes do florescimento
Flores No inicio da floração
Frutos Na maturação
Raízes, Rizomas e Tubérculos. Planta adulta: inverno ou primavera
Casca e Entrecasca Antes do florescimento: primavera
Plantas aromáticas Deve ser feita no final da tarde ou no início da manhã, de acordo com cada espécie para evitar perda de princípios voláteis.

                                                                  Secagem

   É um processo de conservação onde a redução da umidade ou desidratação inibe a atividade enzimática, retardando o processo de deterioração e consequentemente preservando as características como cor e aroma que indicam boa qualidade do material.

Métodos de Secagem

Secagem Natural
   É um processo lento conduzido á sombra em local ventilado, protegido de poeira e ataque de insetos e outros animais. O material colhido deve ser espalhado em camadas finas que permitam a circulação do ar entre as partes dos vegetais, tornando a secagem mais uniforme. Outra forma é pendurar as plantas em feixes pequenos amarrados com barbante e afastados entre si (é um método não recomendado para plantas cujas folhas caiam durante a secagem).

Secagem Artificial
   Fundamentada em dois elementos básicos: a temperatura e a ventilação.  De modo que se mantenha um temperatura em torno de  35 a 45 °C. Temperaturas superiores á 45°C causam uma “cocção” nas plantas e não uma secagem o que danifica a qualidade do produto.

Cuidados na secagem
   *Evitar a exposição das partes colhidas aos raios solares;
   *Separar as plantas de espécies diferentes, principalmente as aromáticas;
   *Secar separadamente partes das plantas;
   *Eliminar plantas em condições indesejáveis;
   *Retirar os talos nas secagem das folhas;
   *Folhas grande podem ser picadas para secar;
   *Raízes, rizoma e tubérculos grandes devem ser cortado a fim de facilitar a secagem;

Cuidados na hora da compra das ervas medicinais

   *A ervas devem estar ao abrigo de luz, portanto locais as vezes muito bonitos e apresentáveis por serem claros com a luz solar não são boa opção de compra para ervas medicinais. O Sol ajuda a deteriorar o ativo mais rapidamente.
   *Evite locais que sejam muito úmidos e que apresentem bolor.
   *Observe se as plantas estão bem fechadas e integras em potes de vidro. O fechamento e a estética da planta, bem como cheiro são indícios de qualidade.
   *Se possível observem o estoque da loja, se o local é aclimatizado, ou ao abrigo de sol, sem insetos e armazenamento isolado de umidade e ar.
   *Não compre produtos expostos ao ambiente.
   *Certifique -se que a planta corresponde ao desejado, cuidado com nomes populares, é importante saber o nome cientifico da planta.

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Referências:

http://www.riopomba.ifsudestemg.edu.br
http://blog.fitogaia.com.br/como-comprar-plantas-medicinais

O que é Herbalismo – As ervas e sua aplicação

Ervas

Erva se aplica a plantas cujas folhas são usadas como alimento ou remédio, ou então são peculiares por seu aroma ou sabor.
O herbalismo já foi à descrição do que chamamos hoje de botânica. A botânica, vê ervas como plantas não lenhosas, isto é, que não contêm fibras de lignina.

As ervas podem ser usadas para as mais diversas funções, acima de tudo, pelos seus fins terapêuticos, onde o profissional vai avaliar  o quadro que a pessoa apresenta e as enfermidades relacionadas, para administrar o melhor tratamento a situação.

Várias são as enfermidades que podem ser tratadas por meio das ervas,  sendo poucas ou nulas as contra-indicações ao seu uso. De modo geral, a erva acaba auxiliando em diversos pontos da saúde humana, pois permite ao indivíduo um tratamento muito mais saudável e natural.
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Referências:

Elementos do herbalismo – David Hoffmann

Energias Nocivas

 linhas

Cruzamento das linhas de Hartmann (1)

     Linhas HARTMANN  são linhas quadriculadas, que se encontram por toda a superfície da Terra. Na década de 50, o Dr. Ernest Hartmann descobriu uma rede energética responsável por um fenômeno conhecido como “tensão geopática” que pode provocar em determinados cruzamentos, desequilíbrios, vários danos à saúde e ao meio ambiente. 
      As linhas Hartmann se cruzam, formando  uma rede, em volta da terra, não são fixas, são flutuantes, sendo assim, de dimensões relativas. Varia de um lugar para outro. Indo na direção do Equador, as distâncias aumentam. Vejamos: 1,80 m a 2,30 no sentido NORTE/SUL; 2,50 m a 3,20 no sentido LESTE/OESTE. As linhas Hartmann se intensificam a cada 9 m ,  o cruzamento  em pontos de desequilíbrio é chamado de Ponto Geopático. Ao todo, são encontrados 4 cruzamentos por retângulo.     
       O cruzamento de duas dessas linhas, quando atua sobre um órgão do corpo, impede  que este órgão vibre em harmonia com o restante do próprio corpo. Causando um desequilíbrio oscilatório, que  pode gerar toda a sorte de doenças, que inicialmente se revelam no nível do órgão atingido.      Hoje há vários profissionais em diversas áreas como Geofísica, Hidrologia, Geobiologia, Microbiologia e Bioeletrônica que estabeleceram relações muito  próximas entre a presença das ondas nocivas e seus efeitos sobre o ser vivo.
Observação: falhas geológicas, veios d’água, redes de esgoto, podem intensificar o efeito nocivo de uma zona geopática.

FormigasOs formigueiros são construídos sobre os cruzamentos (Linhas de Hartmann) e veios de águas subterrâneas.

abelhasAs abelhas sempre constroem suas casas sobre um cruzamento de linhas magnéticas da terra (Linhas Hartmann) produzem Mel em maior quantidade e de melhor qualidade.

 

  Linhas Curry (1)

      Dr. Curry, pesquisador, médico e investigador alemão, estudando os efeitos nocivos das Linhas de Hartmann  chegou à conclusão de que havia também  linhas diagonais entre as linhas paralelas estudadas por Hartmann. Chamou  estas linhas  diagonais de Linhas CURRY e através de suas pesquisas constatou que elas são mais nocivas que as linhas paralelas de Hartmann.
    O encontro dos cruzamentos das Linhas de Hartamann com as linhas Curry cria locais mais nocivos e geradores de danos á saúde em um tempo relativamente menor. Os raios telúricos que formam a rede Curry (0,50 m) são alternadamente positivos e negativos e seus pontos de cruzamento também o são.
     A Rede diagonal  Curry tem uma frequência vibratória mais baixa que a Rede paralela Hartmann e age no psiquismo humano de uma forma ativa e determinante. As linhas Curry possuem efeito de carga e descarga, onde a polaridade “positiva” nos traz a sensação de conforto e tranquilidade, a polaridade “negativa” ao contrario nos traz a sensação de desconforto e cansaço físico, ficamos com aquela sensação de não ter dormido direito e com preguiça.

 

Raios Peyré  (1)

      Em 1947, foi publicado um livro intitulado Radiações cosmo-telúricas, com um  subtítulo: Raios Peyré, sua topografia em todo o planeta, sua possível interação com as patologias humana, animal e vegetal, especificamente com o câncer. A leitura dessa obra nos ensinava muitas coisas novas (para a época). Consideremos o globo terrestre e o traçado de sua malha de linhas, que determina os locais pela latitude e a longitude: esse quadriculado teórico pode ser substituído por correntes telúricas vibrantes. Henri Mager e o Dr. Larvaron, detalharam  a natureza desses raios, cuja influência é tanto elétrica quanto magnética.  Inofensivos por si só em seus cruzamentos amplificam um certo campo Z vertical nocivamente, originando uma onda potente e perigosa a qual através da modulação da frequência vibratória afeta ás células do organismo.

 

Energias Elétricas(2)

       Dentre as energias elétricas que são nocivas podemos citar três:
       

  • A energia vermelha elétrica que está presente em ambientes onde seus ocupantes estão emocionalmente desarmonizados, (com sentimentos de raiva, inveja, rancor), em ambientes com aglomerados de pessoas  (shopping, trânsito, shows, estádios).
     
  • A energia verde elétrica presente em locais construídos sobre um veio de água (corrente telúrica do subsolo), em aparelhos domésticos e eletroeletrônicos (microondas, aparelhos eletrônicos, computadores).
     
  • A energia preta é oriunda de trabalhos de magia, geralmente direcionada para objetos (um vaso, um presente).

 

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Referências:

(1)http://radiestesiaepsicoterapiaholstica.blogspot.com.br

(2)http://m.parc.terra.com.br/efamilynet/dev/generic/interna.php?id_cat=39&article_id=1703

O Tarot

      Desde sua invenção ,as cartas de jogar,  tem sido  utilizadas para prever o futuro. Os primeiros baralhos foram denominados tarots, com 78 cartas originalmente.  Onde 56 eram cartas sequenciais  que iam de dez ao ás e quatro cartas com figuras  outras 22 cartas .

    Com o tempo o baralho sofreu alterações com remoção de algumas cartas até evoluir ao baralho que conhecemos atualmente. Tais mudanças entre tanto não influenciaram na arte da cartomancia, pois, as pessoas passaram a atribuir novos significados ás cartas dos novos baralhos, por exemplo, o nove de ouros tornou-se a “carta do desejo” indicando harmonia e sucesso enquanto que o nove de espadas indicava miséria e perda de dinheiro. A variação nos métodos de leitura é muito grande uma vez que cada leitor acrescentou uma fórmula  ao padrão já existente. (1)

      O Tarot do início da renascença italiana, no século XV, evoluiu a um instrumento divinatório e de meditação reverenciado em irmandades ocultistas. Hoje é reconhecido como um grande legado de imagens do inconsciente que sobreviveu ao teste do tempo, sendo objeto de estudo de artistas, magos e psicólogos.

     As cartas do Tarot possuem em si imagens que representam todos os aspectos da vida humana em sua jornada de vivências, das mais comuns até os mais elevados ideais, passando pelo homem médio na busca do desenvolvimento espiritual. Suas imagens são alegorias das muitas fases de desenvolvimento e amadurecimento da personalidade humana, desde a saída da infância para a adolescência, até a saída da maturidade para a velhice, ou a entrada num ciclo de iniciações .

       Jung falou em arquétipos (imagens arcaicas), imagens da memória coletiva ancestral que estão dentro de nossos inconscientes e que podem ser ativadas por determinados símbolos, que revigoram e trazem à tona toda a carga emocional que estas imagens possuem em si e que nos tocam profundamente. A décima terceira carta do Tarot, mostra um esqueleto segurando uma foice; em todo o mundo os esqueletos são símbolos da morte, da dor, das perdas e das transições dolorosas que teremos de passar inevitavelmente. Esta imagem do Tarot traduz, com perfeição, tudo o que a morte tem representado para a humanidade através dos tempos.
        Assim como esta, as outras cartas do Tarot são ilustrações sobre os anseios da alma humana, uma espécie de história em quadrinhos sobre os nossos dramas.    

      Com o Tarot podemos entender o motivo último dos acontecimentos persistentes em que, muitas vezes, nos vemos envolvidos.
       Buda já dizia que a vida humana é cíclica. Temos uma tendência obsessiva a deixar que os nossos interesses, dramas e anseios girem sempre em torno dos mesmos temas, que suscitam o desejo. Parafraseando mais uma vez Buda: “o desejo é a fonte de todo o sofrimento”. O Tarot traz, no conjunto de suas imagens, a possibilidade de refletir sobre nossas vidas, sobre o ponto em que nos encontramos e ponderar sobre onde podemos chegar se insistirmos num determinado comportamento.

     Erroneamente pensa-se que o estudo do Tarot serve apenas para a consulta de outras pessoas, o que é um erro, podemos usar o Tarot para a reflexão interior e o aprofundamento da visão sobre muitos dos nossos dilemas pessoais. (2)

Referências:

(1)http://books.google.com.br/books?id=o1Gsbfo6CVwC&lpg=PA1&dq=Psicologia%20Experimental%20%3A%20O%20Fato%20de%20Ser%20Humano%20Por%20Elton%20B.%20McNeil&hl=pt-BR&pg=PA1#v=onepage&q=Psicologia%20Experimental%20:%20O%20Fato%20de%20Ser%20Humano%20Por%20Elton%20B.%20McNeil&f=false

(2) http://www.clubedotaro.com.br/site/r69_cannes.asp